Com o perdão do estereótipo

 

Alerta de complexidade!

Vide página seguinte.
Anúncios

Simplicidade

Era uma simples cidade, e tal definição tão assertiva a deu como apelido, carinhosamente, “Simplicidade”. O Poeta morava nela. Mas a história não é sobre o Poeta, tampouco sobre a Poesia que lá não se encontrava, vulgo “era procurada”. Quem a procurava era o Poeta que a esta altura já recebeu demasiado destaque, quando o plano não era falar tanto dele.

Nessa cidade morava também a Musa. Aliás, diria muitas musas — inclusive de não-poetas.

Os não-poetas também flertavam com a Poesia. Julgavam-na ser um excerto de suas musas.

As Muitas Musas mal conheciam o fato de sê-las. E ademais, tudo seguia uma total normalidade.

Mas a história não é sobre nenhum destes personagens. Aliás, deixe-me recomeçar do jeito certo:

Em oposição a “era uma vez”, fora muitas vezes “a Simples Cidade”, de pessoas simples que foram felizes nela. Precisava ter dito mais algo?

 

Infornógrafo

Ouviu que conhecimento é poder, e tomou conhecimento do próprio poder. Simples assim, não tinha nada a perder  e não criou falsas expectativas.

Não que transpusesse a vã filosofia. Sua amiga era a poesia. Infornografia, grafia cuja sabia estar correta, apesar do neologismo. Amou o lirismo. “O poder real é o poder da expressão e impressão”. Quis compartilhar seu poder.

Se couber um comentário, aqui tem espaço!